A Meta: desenvolvimento do potencial criativo dos estudantes 

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23/01/2018
Roney Cesar Signorini

A Meta: desenvolvimento do potencial criativo dos estudantes

Criatividade é como barba. Você só a terá se deixá-la crescer. Voltaire Como passei parte expressiva da minha vida na gestão de universidades, não poucas vezes me deparei com pessoas, sobretudo professores, muito competentes, mas que pareciam agir como se o freio de mão estivesse puxado. Seriam muito mais eficientes se seus cérebros, domesticados por um ensino (e uma sociedade) fiscalizador e repressor, não lhes tolhesse a criatividade, impondo-lhes o medo de ousar. Penso que criatividade e inovação, muito originais, têm um segredo que está em se saber qual delas vem primeiro, como o desafio do ovo e da galinha. A universidade não inova porque não cria ou é o contrário? A resposta certa não é bem essa, mas porque antes de tudo há dúvidas, medo e incertezas. É preciso romper com isso. De princípio faltaria estabelecer critérios que caminhassem na firmeza dos conceitos, no que parece existir alguma confusão. Para Thom Markham, autor do livro Aprendizado Baseado em Projetos: Ferramentas Especializadas para Inovar, o celeiro ideal para criar pessoas aptas a lidar com a inovação, seja do ponto de vista do criador, seja do consumidor, é a escola. “A necessidade de inovar recai sobre a geração atual de estudantes e, por isso, a educação deve se concentrar em permitir a inovação, colocando a curiosidade, o pensamento crítico, a reflexão profunda e a criatividade no centro do currículo', afirma o especialista.

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