As guerras rebaixaram, geneticamente, a inteligência? 

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06/01/2018
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

As guerras rebaixaram, geneticamente, a inteligência?

25 anos atrás, em Londres, ouvi de um professor palestrante — muito original e meio brincalhão —, uma opinião que me pareceu lógica, mas pouco “igualitária' e que nunca vi mencionada na imprensa. Dizia ele que, em média, as mulheres da Escandinávia são mais bonitas que as inglesas porque em tempos antigos, os vikings, usando barcos, faziam periódicas invasões em áreas costeiras britânicas para “arrecadar' — pela ameaça; ou força, se não atendidos — as moças mais bonitas que moravam nos castelos sitiados. Como chegavam em grande número, ferozes, conseguiam seus intentos. As moças não eram estupradas, mas levadas para a Escandinávia para serem esposas dos rudes guerreiros. Com essa prática, dizia o palestrante, o conjunto de genes responsáveis pela beleza feminina foram migrando da atual Inglaterra para a Noruega, Dinamarca e Suécia, esclarecendo o porquê da maior frequência da beleza entre as mulheres nórdicas, o que parece ser um fato, embora “gosto não se discute'. Lendo o número espantoso de soldados mortos, nas inúmeras guerras do planeta, só posso concluir — por analogia — que a prática, universal, de enviar justamente os jovens mais sadios para morrer nas guerras — poupando os rejeitados pelo recrutamento — deve ter influído na qualidade da espécie humana atual. Sobre esse tema escrevi um artigo, mais detalhado, que pode ser lido, acessando meu blog. Novo argumento contra a burrice das guerras.

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