Bronca no açougue canibal. 

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28/08/2017
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Bronca no açougue canibal.

Na aldeia canibal a dona-de-casa vai ao açougue e pede um quilo de coxa de homem. O açougueiro diz que não tem. — “Então me dá quilo e meio de costela de missionário. — “Também não tem'. — “E maminha de aeromoça elegante, tem? — “Não'. A freguesa, brava, abre a porta da câmara frigorífica e vendo um corpo pendurado no gancho, estrila: — “Como?! Estou vendo, com estes olhos que meu neto há de comer, um corpo inteirinho! Custava me vender um quilo?' — O açougueiro explica: — “Sorry, esse aí não posso vender. Carne muito doce. Morreu de diabetes' — “E daí?' — O açougueiro: — “Bom pra compota'. Obs. : Todas as piadas “canibalesca' que mencionei — e alterei — neste site eu as encontrei no livro “Dictionnaire des histoires drôles', de Hervé Nègre, sem tradução no Brasil. O humor negro não é tolerado pelas almas sensíveis, porque há nele um implícito sadismo. Creio, porém, que a maioria das pessoas têm uma variável dose de maldade, que se revela assistindo lutas sangrentas de vale-tudo, MMA, box e filmes mostrando leões atacando búfalos e gnus indefesos . Quando há notícia, na televisão, de pancadaria explícita, em qualquer parlamento, o índice de audiência sobe violentamente. Desculpem, mas a humanidade ainda gosta de ver sangue, não sendo o próprio. A fera que habita em nós só dormita, não morre.

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