Crimes, soberania e governo mundial. 

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08/01/2019
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Crimes, soberania e governo mundial.

Já não me acanho — tenho precursores ilustríssimos, Kant inclusive — em insistir que as nações precisam, cada vez mais, renunciar largas porções de sua soberania, em favor de uma federação democrática mundial, para que o mundo seja menos caótico, injusto e autodestrutivo.

Não se trata de “mero' idealismo; propensão à utopia; otimismo fantasioso (estilo J. J. Rousseau, de que o homem nasce essencialmente bom, sendo pervertido pela sociedade); altruísmo e coisas do gênero. O homem é bom e mau, em variadas proporções, conforme sua carga genética, educação — formal e informal —, o coquetel de pancadas e afagos recebidos desde pequeno e o cálculo das vantagens ou riscos, legais e sociais, que cercam sua atuação. Se é vantajoso ser “bom' — vantagem aqui ou no “além' —, ele o é, embora no fundo não o seja com naturalidade. “Dança' conforme a música. Mas deixemos de generalizações, porque o leitor não tem tempo a perder.

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