Escassez de armas 

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26/07/2018
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Escassez de armas

Quando a 2ª. Guerra Mundial se aproximava do fim, os aliados desembarcando na Normandia, o sargento americano orientava os soldados sobre como proceder contra os alemães nas praias. Finda a preleção, deu a cada soldado um rifle. Constatou, porém, que um dos soldados ficou sem arma. Pensando rápido, pegou um cabo de vassoura, deu-a ao soldado desarmado dizendo que quando visse um soldado alemão avançando deveria apontar a vassoura e gritar com firmeza: — Bang! Bang! e o alemão cairia morto. O soldado, tímido, ficou inquieto com o conselho, mas não teve coragem de protestar. Em seguida, o sargento o instruiu como agir nos combates corpo a corpo, usando baionetas. Pegou uma cenoura e ordenou que a atasse na extremidade da vassoura, dizendo que, defrontando-se com o alemão, o espetasse com a cenoura gritando: —“Furando! Furando!', e o nazista cairia morto. Nova dúvida do infeliz, mas ordens são ordens. Já na praia, em combate, vendo um alemão se aproximando berrou: —“Bang!, Bang!,' e o inimigo desabou. Em seguida, com a cenoura prostrou outro inimigo. —“A coisa funciona!', pensou. Aí viu um alemão enorme, gordo, que avançava devagar, rosnando. O americano gritou Bang!Bang' e tentou furá-lo com a cenoura, sem resultado. O gigante alemão derrubou-o com um forte empurrão, passou por cima dele e seguiu em frente, sem olhar para trás. Atônito, mas aliviado, o americano ouviu que o alemãozão gritava, na sua língua: “Tanque de guerra! Tanque de guerra!

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