Informática: para o bem e para o mal 

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13/08/2017
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Informática: para o bem e para o mal

O computador nunca esgotará seu potencial para ajudar ou prejudicar o homem. Pode ser mago bondoso ou monstro do mal. Depende da pessoa que o utiliza. Pode até matar, sem arma branca ou de fogo. Basta cérebro e teclado. Narro um homicídio que li poucos anos atrás, relatado por desembargador brasileiro que soube do caso através de um juiz italiano. Com a operação “mani pulite' a Máfia sofreu tremendo prejuízo por causa da delação premiada. O “arrependido' — adjetivo impróprio — trocava de identidade, de endereço — até de rosto —, frustrando a vingança dos “chefões' que, não aceitando essa então “novidade legal', passaram a matar parentes do “traidor': — “Senhor ?rato?: se não podemos matá-lo, mataremos um parente seu'! E foi o que fizeram no caso. O “pentito' tinha um irmão e matadores o balearam quando deixava o escritório. Como a vítima foi alvejava várias vezes, os executores deixaram o local convictos que ela estava morta. Só que não estava. Levada ao hospital ficou na UTI, com líquidos medicinais pingando nas veias. Com a severa vigilância policial, não seria possível à Máfia acabar, com chumbo ou punhal, o “serviço'. O que fez? Contratou um hacker, na Suíça, que conseguiu entrar no sistema do computador do hospital, localizar o quarto do irmão do delator e desligar os aparelhos que o mantinham vivo. Se o computador pôde fazer isso, mais fácil será alterar resultados eleitorais baseados apenas na informática.

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