Leitura. Erro ou exagero do Banco Mundial 

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Fonte (Imagem): Divulgação/Revista Bula
15/03/2018
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Leitura. Erro ou exagero do Banco Mundial

Diz o referido Banco que o Brasil levará 260 anos para atingir proficiência em leitura e 75 anos em matemática. Se ele tivesse dito 26 anos, ainda seria um erro tolerável. Mas 260?! É por isso que sempre desconfio de projeções. Se os governantes brasileiros incentivassem os jovens, desde cedo, a ler ao máximo possível, como autodidatas, nosso “analfabetismo funcional' desapareceria em cinco ou dez anos. Por que nossos jovens não gostam de ler? Porque só veem futuro e sucesso pessoal no futebol e nas telenovelas. O que sabem só sabem truncado, meio deformado pelo interesse político, via televisão; ou em frases curtas e erradas no celular. A principal missão das escolas é estimular o aprendizado, a busca do conhecimento através da palavra escrita, com ou sem escola. Corrigindo eventuais problemas visuais, com auxílio de óculos — de graça se o jovem for pobre —, e ensinando, pela mídia, os “truques' para compreender leituras mais difíceis, o Brasil poderia, em poucos anos, surpreender o mundo. Uma grande ajuda nesse sentido seria o governo estimular a compra de livros usados, nos “sebos'. Para início de vitória contra o analfabetismo funcional, o melhor remédio será o hábito de ler citações de bons autores em livros, ou na internet, porque os textos são curtos, concisos, e interessantes e visualmente cômodos, cada citação bem separada das demais. Adquirido esse hábito, o Brasil já será brilhante, não mais falsamente “burro'.

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