O perigo de ter uma imprensa inimiga 

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12/06/2020
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

O perigo de ter uma imprensa inimiga

“Tenho mais medo de três jornais do que de cem baionetas'. (Napoleão Bonaparte)

Mario Vargas Llosa, o escritor peruano, é uma unanimidade mundial: talentoso, Prêmio Nobel, mentalmente honesto, inteligente e bem informado. Pena é que, mesmo com tantas qualidades, Llosa formou, sem culpa própria, uma opinião equivocada, tendenciosa, sobre o que está agora acontecendo no Brasil, no combate contra o coronavírus. Não morando no Brasil, baseando-se, provavelmente, no que lê na mídia internacional sobre Jair Bolsonaro e a pandemia, Vargas Llosa escreveu um artigo — “O exemplo uruguaio' —, publicado no jornal O Estado de S. Paulo (07/06/2020), elogiando profusamente o novo presidente do Uruguai, Luis Lacalle Pou, pela maneira liberal, não ditatorial, com que tem confrontado a pandemia da covid-19. Nesse texto, Vargas Llosa ataca Bolsonaro, como se o presidente brasileiro tivesse uma opinião contrária à do presidente uruguaio, quando ela é justamente a mesma. Bolsonaro pensa exatamente como o novo presidente peruano, contrários, ambos, ao excesso de manter as pessoas fora das ruas, em quarentenas prolongadas, com a economia quase totalmente parada por meses.

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