Paradoxalmente, a pena de morte valoriza a vida 

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12/06/2017
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Paradoxalmente, a pena de morte valoriza a vida

No Brasil, mais de 50.000 pessoas foram mortas em 2016. A esposa ou amante não mais o quer? Então morra! O assaltado reagiu ou fez cara feia? Adeus, trouxa! A prisão não intimida e lá dentro manda, de fato, a nata da criminalidade, que aplica a pena de morte dentro e fora do presídio. EUA (parte), China e Rússia, membros do CS da ONU, mantêm a pena máxima. O Japão, idem. Aqui, o assassino é julgado, mas a vítima morre indefesa. Qual sua opinião?

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