Sabedoria, séria ou brincalhona. 

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01/05/2018
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Sabedoria, séria ou brincalhona.

Os pensamentos seguintes foram, quase todos, inspirados em citações encontradas em livros e websites. Como habitualmente faço alterações, tentando melhorá-las, nem sempre mencionarei o autor porque ele não escreveu exatamente como aqui se lê. As razões da alteração tomariam muito espaço. Vamos lá: — Chico Marx, visto pela esposa enquanto beijava uma dançarina bonita, desculpou-se dizendo: “Eu não a estava beijando. Eu estava cochichando na sua boca'. — “Muitas desculpas convencem menos do que apenas uma'. Minúcias sugerem insinceridade, um plano de convencimento. — Bernard Shaw, com raiva de um jornalista que o criticava, enviou-lhe uma carta: “Caro Senhor. Sua profissão, como é usual, destruiu seu cérebro'. — “ O ciúme nasce com o amor, mas não morre sempre com ele'. Que o digam as mulheres esfaqueadas pelo ex-marido, que não tolera que a ex-esposa tenha outro homem, mesmo quando ele já está com outras. — “Familiaridade produz desprezo — e bebês'. — “O máximo da distinção judiciária está na técnica de olhar diretamente nos olhos do advogado, por duas horas — na sustentação oral —, sem prestar a mínima atenção' (disse um ministro da Suprema Corte americana, já falecido). Em compensação, a lacrimosa eloquência do advogado talvez não brotasse da sede de justiça mas da lembrança dos altos honorários que receberia do cliente. — “Talleyrand é uma meia de seda cheia de merda' (Napoleão). Essa foi forte. A culpa é dele.

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