Trump obedece a “Bibi' 

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Fonte (Imagem): Photo: Kobi Gideon/GPO via Getty Images
21/05/2018
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Trump obedece a “Bibi'

O político mais poderoso do mundo não é Trump, é “Bibi' Netanyahu. Para agradar este último, Trump reconheceu Jerusalém como a capital de Israel, contrariando decisão da ONU. Não contente forçou pequenos países — Guatemala, Honduras, Ilhas Marshal, Micronésia, Togo, etc. — a fazerem o mesmo, sob pena de sanções econômicas, ameaça estendida às demais nações. Age como um imperador. Obama e Trump sempre disseram “amém' a todos os pedidos feitos presencialmente por Netanyahu. Medo, talvez, de levarem uns tapas ou empurrões? Não. A explicação foi dada antes por Ariel Sharon, quando no calor dos combates:— “Eu não me importo com o que pensa o povo americano, eu possuo o Congresso'. Ainda hoje possui, porque eleições custam dinheiro. Quando é que o inteligente e sensível povo judeu vai constatar que precisa se livrar da chantagem usando o medo aos árabes e persas? Essa política impiedosa é o nutriente do terrorismo internacional. Se Netanyahu tornasse menos dura a vida dos palestinos em Gaza e Cisjordânia — com ou sem pedradas, hoje bem compreensíveis —, o Hamas, com o tempo, ficaria falando sozinho. A bronca — ou preguiçosa? —, comunidade internacional precisa entender o óbvio: — a questão palestina só será resolvida por uma decisão “superior', internacional. Nunca pelas partes envolvidas, porque a diferença de força entre elas é excessiva e ainda existe um Trump para atrapalhar.

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