Visita de Hitler ao manicômio 

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12/02/2018
Francisco Cesar Pinheiro Rodrigues

Visita de Hitler ao manicômio

Conta-se que quando Hitler estava no apogeu, na década de 1930, ele soube que em um asilo havia inúmeros pacientes que eram seus fanáticos admiradores. Cerca de duzentos, marchando, ovacionando-o, imitando-o em tudo: bigode quadrado, pastinha cobrindo a testa, farda e botas iguais àquelas de viam em um grande retrato na parede. Hitler, comovido, avisou o sanatório que em tal data e hora visitaria seus admiradores; mas somente eles, que, só pelo fato de o amarem isso seria prova científica de que estavam totalmente curados de seus distúrbios. Na data marcada Hitler compareceu com três seguranças, armados até com metralhadoras, porque — diziam eles: “... nas circunstâncias, bem, nunca se sabe...', como justificou o chefe de sua proteção. Antes de entrar no salão Hitler disse que entraria sozinho, ordenando aos seus protetores que só entrassem se ele, Hitler, assim ordenasse. Mal entrou, foi acolhido com tremenda ovação dos pacientes, berrando e até chorando de emoção. Tudo era maravilhoso até que em dado momento, um paciente parou em frente dele, apontou-o com o dedo e gritou: — “Não é Hitler! Matem o impostor!' Mal disse, os doentes passaram a espancar o Führer e a lutar uns contra os outros. Ouvindo o alvoroço os gritos os seguranças entraram mas não conseguiam saber qual deles era o grande líder. Confiando na intuição, pouparam o mais provável e metralharam os demais. No dia seguinte Hitler invadiu a Rússia e declarou guerra ao mundo.

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